Esta semana estou dedicando meu tempo livre para ler o livro Crepúsculo de Stephenie Meyer - Publicado pela Editora Intrínseca. O que me motivou a comprar este livro foi uma matéria na revista Veja, se não me engano da semana passada,
veja a matéria também.
Tá, basicamente a história é baseada em um romance entre uma garota e um garoto … a primeira vista parece banal certo? Sim! Mas somente parece, afinal o garotinho, que não é mais tão garotinho assim, é um vampiro. Leia a sinopse e até o primeiro capítulo se preferir no site da Editora Intrínseca. Afinal ainda não terminei de ler então meu post para falar sobre livro em si virá depois.
Voltando ao tema do post, ontem eu fui buscar na internet maiores informações sobre a autora, sobre os personagens e tudo mais, foi quando me deparei com muitos sites onde declarações de amor são feitas ao vampirinho Edward, ou até mesmo ao ator Robert Pattinson que o interpreta, sim, este livro já virou filme, e deve estrear em meados de Dezembro por aqui. Primeiramente, deixando bem claro, novamente, que, minha opinião aqui não é direcionada a ninguém especificamente e não tenho o interesse de ofender as pessoas que curtem qualquer tipo de fanatismo ok? O que acho meio ridículo é a tietagem em cima de um personagem fictício. Achei alguns blogs onde as menininhas se dizem apaixonadas pelo vampirinho, e meus, sei lá, não entra na minha cabeça imaginar algumas crianças adolescente se apaixonando por um personagem que sequer existe. Muitas podem dizer que ele é uma “pessoa” perfeita … claro que é, ele é um personagem! Fato que ele é o sonho de qualquer garota, tirando o detalhe de ele ser um bebedor de sangue, a descrição que a autora faz de como são os vampiros é capaz de deixar qualquer pessoa sem fôlego ao imaginar uma pessoa assim.
Dá uma olhada na primeira descrição que ela faz deles:
…Mas os narizes, todos os seus traços, eram retos, perfeitos, angulosos.
Mas não era por nada disso que eu não conseguia desgrudar os olhos deles.
Fiquei olhando porque seus rostos, tão diferentes, tão parecidos, eram completa, arrasadora e inumanamente lindos. Eram rostos que não se esperava ver a não ser talvez nas páginas reluzentes de uma revista de moda. Ou pintados por um antigo mestre como a face de um anjo. Era difícil decidir quem era o mais bonito …
Edward acabou virando o sonho de consumo de muita menina por ai, e nada mais fácil do que associar o personagem ao ator que o interpreta, e ai fica a pergunta: “Se o livro ainda não tivesse virado filme, será que teria tanta gente desesperadamente louca pelo Edward?”.
Eu acho que não.
O ator que interpreta o pequeno sugador já era conhecido, pelo menos por mim, de longa data, para quem não lembra, ele fez o personagem de Cedrico Diggory no filme Harry Potter e o Cálice de Fogo, lembrou agora? Ele era um dos dois bonitões, fora o Harry Potter, que participaram do Torneio Tribruxo. Pena que ele morreu no final do torneio.
Outra pergunta que passa pela minha cabeça é: “Será que existem muitas fãs do Edward só pq ele é interpretado pelo Robert Pattinson, será que elas se deram ao trabalho de ler o livro antes de dizer para toda Web que o AMA?”
Aiai, acho que estou ficando velha mesmo, antes achava até bonitinho, mas agora parece ser tão besta ficar fissurada em uma coisa que não existe.
Não que eu não esteja me apaixonando (não no sentido amoroso da palavra) pelo livro, na verdade estou cada vez mais encantada com a história, mas certamente nunca vou dizer que estou me apaixonando por um personagem, mas sim pelo livro em geral, pela forma com que a autora e escreve e tudo mais, aliás, a narrativa deste livro é feita pela Bella (A mocinha), e como sabem, prefiro livros deste tipo, a leitura acaba fluindo mais fácil.
Deixando o fanatismo por personagens inexistentes, fruto a imaginação da autora, de lado, vou colocar abaixo um pequeno trecho de um dos últimos capítulos que acabei de ler:
De três coisas eu estava convicta.
Primeira, Edward era um vampiro.
Segunda, havia uma parte dele - e eu não sabia que poder essa parte teria - que tinha sede do meu sangue.
E terceira, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele.